O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não comparecerá à estreia da seleção americana na Copa do Mundo de 2026. A partida contra o Paraguai está marcada para esta sexta-feira, em Los Angeles. A ausência foi confirmada por Andrew Giuliani, CEO da força-tarefa do torneio, que justificou a decisão com a “agenda apertada” do chefe de Estado.
A atitude de Trump foge do padrão observado em edições anteriores do Mundial. Em geral, os líderes do país-sede acompanham o primeiro jogo de sua seleção. Foi o caso de Dilma Rousseff, no Brasil em 2014; de Vladimir Putin, na Rússia em 2018; e do emir Tamim bin Hamad Al Thani, no Catar em 2022.
Em entrevista à rádio britânica TalkSport, Giuliani afirmou que Trump deve participar de outros momentos da Copa ao longo do torneio. Segundo ele, o presidente tende a se envolver gradualmente com o evento. “Com Trump, sempre se espera o inesperado”, disse.
A representação oficial do governo americano no jogo contra o Paraguai ficará a cargo de integrantes do primeiro escalão. O Departamento de Estado informou que estarão no estádio o secretário de Estado, Marco Rubio; o secretário de Transportes, Sean Duffy; e o secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin.
Trump tem mantido uma relação próxima com o presidente da Fifa, Gianni Infantino. Desde que voltou à Casa Branca, ele vem marcando presença em eventos esportivos. Nas últimas semanas, esteve em compromissos como a final da NBA, o Super Bowl, eventos do UFC e a Daytona 500.
