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Copa de 2026 quebra 7 recordes históricos antes do fim

Copa de 2026 quebra 7 recordes históricos antes do fim

A Copa do Mundo de 2026 já garantiu seu lugar na história do futebol antes mesmo do apito final em Nova Jersey. Embora o balanço financeiro seja o principal argumento da Fifa para coroar o sucesso do novo formato, os números que realmente importam foram escritos dentro das quatro linhas e nas arquibancadas da América do Norte. Esta edição não foi apenas a maior em tamanho, mas um festival de quebra de marcas históricas.

O primeiro grande marco começou pelo bolso. Impulsionada pelo salto de 64 para 104 partidas, a Fifa projetou uma arrecadação recorde de 8,911 bilhões de dólares apenas com o torneio disputado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, superando o recorde anterior do Catar.

A verdadeira engrenagem desse sucesso financeiro foi a paixão do público. Mais de 6,5 milhões de torcedores compareceram aos jogos na América do Norte, pulverizando a antiga marca da Copa de 1994.

Todo esse público testemunhou um apetite ofensivo das equipes. Com 48 seleções em campo, as redes balançaram 297 vezes até as semifinais, garantindo o recorde absoluto de bolas na rede em uma única edição do Mundial.

No topo dessa artilharia histórica, o mundo reverenciou a consagração de Lionel Messi. O craque argentino alcançou a marca de 21 gols na história da competição, deixando para trás Miroslav Klose e Ronaldo Fenômeno.

Enquanto Messi brilhava no ataque, Cristiano Ronaldo respondia desafiando o tempo. O astro português entrou em campo com 41 anos e 132 dias, tornando-se o jogador mais velho a ser titular em um Mundial e o único atleta a balançar as redes em seis edições diferentes.

Ainda na parte de trás, a Espanha construía uma fortaleza histórica. O goleiro Unai Simón estabeleceu o recorde de 648 minutos consecutivos sem sofrer gols, liderando a Fúria para se tornar a primeira seleção a passar seis partidas seguidas de Copa do Mundo sem ter sua defesa vazada.

Por fim, a grandeza dessa Copa também se mediu pela força dos pequenos com a seleção de Cabo Verde. Os cabo-verdianos se tornaram o menor país do mundo em população, com pouco mais de 500 mil habitantes, a se classificar para a fase de mata-mata.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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