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Reconhecendo Verdades e Truques no Circo da Internet: Um Guia

No vasto universo da internet, incluindo as redes sociais e as plataformas de busca e de inteligência artificial, há sempre algo novo para chamar nossa atenção. Embora sejam úteis para adquirir conhecimento e entretenimento, é preciso ficar atento, pois nem todos os usuários têm a melhor das intenções. Há aqueles que tentam nos enganar ou roubar nosso tempo – algo que uma vez perdido, não pode ser recuperado. Até mesmo para os usuários adultos mais experientes, está se tornando cada vez mais difícil distinguir entre o que é verdadeiro e o que não é.

Quando em dúvida, é melhor ser cético sobre o que você vê online e buscar a ajuda de um adulto. Usar a própria criatividade e imaginação também é uma ótima maneira de se divertir longe das telas, o que também pode nos ajudar a compreender melhor o que encontramos na web.

Jornalistas, como equilibristas em uma corda, devem manter o equilíbrio à medida que pesquisam e buscam a verdade para suas histórias, sempre verificando os fatos e ouvindo todos os lados da história antes de apresentá-la sem opiniões pessoais.

As “fake news”, ou notícias falsas, são como truques de mágica – existem há muito tempo e, graças à internet, agora circulam com maior velocidade. Essas notícias falsas têm o poder de manipular os fatos para causar confusão e caos, prejudicar indivíduos ou instituições e beneficiar os que estão disseminando a desinformação.

As publicidades podem estar escondidos em meio ao fluxo constante de informações na tela, muitas vezes disfarçados de conteúdo artístico ou divertido. Mesmo que a lei exija que sejam devidamente identificados, muitas vezes eles são apresentados de uma maneira que nem percebemos que são anúncios.

A Inteligência Artificial (IA) está sendo utilizada em todos os aspectos da internet. Embora possa ser útil para, por exemplo, ajudar os jornalistas a traduzir textos de diferentes idiomas e encontrar erros gramaticais, também pode ser usada de maneira maliciosa. Portanto, é essencial ficar atento e buscar a orientação de um adulto se algo parecer suspeito.

Fontes consultadas incluem Anna Flávia Feldmann, professora de jornalismo da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), editora do jornal laboratório Contraponto e possuidora de doutorado e mestrado em Ciências da Comunicação pela ECA/USP (Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo).

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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